ELIO OLIVEIRA MEU PENSAR
SOU A INCOGNITA! A VERDADE E A VIDA
Capa Textos Fotos Perfil Livro de Visitas Contato
Textos
OUTRA VEZ II

Ai questiona que seria o desejo e o conflito, e o pensar questionar é próprio de nós humanos, da multiplicidade de nossos próprios instantes de ira, as escolhas nossas, que nos leva a ser, e a perguntar!
E a fragmentação dos conflitos no interior de nós das manhas e das manhãs, o sorrir, e o ser gerado como nós fomos, gratular a todos os senhores e a todas as senhoras com ousadia e muita gratidão.
As perguntas são verdades que não conhecemos, e as respostas advindas são o que precisamos buscar as verdades, e verdades não muda nunca.
Imaginemos se as verdades mudasse, como com elas poderíamos viver, mudariam o sentido, seria a negação das verdades, que antes fora dita.
Reunimos em nós as duvidas e delas as questões, e assim vamos dedilhando a existência, atravessando a nós a ciência, e os imbecis que falam de futuro, como se fosse o presente. Não sabemos o hoje e então lá no amanha, que motivos sociais e terapêuticos teriam.
Temos medo! Da mente livre dos conflitos do “eu” de dentro com o “eu” de fora rebela um com o outro vira guerra. Paro agora estou pensando, mas me conta, me fala com alguém, ou ficará com seu próprio ser.Assim eu nem sei como a mim buscar, quando vejo e me lembro agora quando ela partiu, e sem dizer adeus, seu lugar esta hoje vazio, a mesa que não se usava, mas tinha no instante de cada instante, você.
Podes até que o mundo pare, e que nada mais um ser comum, para mim trouxe a paz, trouxe as expressões que nunca calaram porém na mente fica.
Os que vieram não se vão, enquanto eu aqui permanecer porém do outro lado vou a eles visualizar e dentro do que for a mim concedido eu vou ajudar.
Não morremos para a eternidade a eternidade é que nos ganha, para que sejamos! Até que ponto de referências alegres ou tristes.Quem sabe?
Do sol que não verei!
Das lagrimas tantas que pelas imbecildades ou até pela minhas grandes verdades eu derramei.
Você!  Que não me vê, quem sabe nem nunca mais, do comum do homem ser, eu fui o exemplo, que sigo, do que palpitas em mim. Sou fâ, sou a continuação, e o fim que não quero então ver, mas para tudo que aqui existe! Perdão, por mim e pelas minhas palavras...
CONTINUA NO AMANHA
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 15/03/2020
Alterado em 15/03/2020
Comentários