O mundo sempre vem a nos mostrar, algo que devemos ai sim observar, a noite como alento, o dia os afazeres sim estes os grandes tormentos, o banquete do ser, a estupidez de aos outros observar, a imbecilidade que tantos quer mostrar.
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Domínio da identidade os gritos da quase realidade, que buscamos ter e por vezes nunca a detemos, e por isso estamos sempre a gritar, as paixões e as loucuras que sonhamos então ter, e nelas, elas de nós quer tudo e tudo sim, a usurpar.
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Santidade dignificada, e por nos sim sempre exaltada os corpos estonteantes, e no álcool já em excesso, a beleza sempre a se consternar, mesmo sem se ser, os gritos das canções elaboradas a priori para o dito momento, louvor.
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Embriagado em desmaio repentino, na madrugada pensando sozinho, ao lado um monumento, isso que os olhos meus pudesse ver, enxergar, a visão deturpada ai tudo e tudo por pior estará sempre a admirar, e até mesmo sonhar.
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Hoje é apenas pensar e muitos e muitos segundos o grito de silêncio ecoar, e a alma estar a gritar, o corpo cansado determinar mais uma cama para se aconchegar, e o grito da paz, este sim que se produz e muito reluz.