
Não!
Por vezes não sei como ir, muito menos como pensar em ficar ao nosso e a meu lado surge às entrelinhas, do tempo e dos gritos do “Eu” por vezes incompreendido, sozinho numa multidão.
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Qual não vê! Não percebe em mim a angustia e o grito do que se chama socorro só, e pior com tantas companhias a vista e o não possíveis de vê-las. Desespero e pedido de paz e compreensão.
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Quanta e quanta vez tem que chorar, e quantas sorrir, para mim, pois a frente nada se vê, nem se copia, mas caminhar preciso, o túnel este do tempo a sufocar, mas alento de sim seguir.
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Em mim me encontro em mim me reconheço mais que isso em mim vê possibilidades muitas de vencer, coragem sim no olhar para até o infinito sei a ti vou visualizar, e a paz retornará.
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