A alma por vezes a se alegrar, sem a única interrupção, quantas e quantas vezes por nós humanos a se deliciar, e até pelas imbecilidades que se mostram um recibo da inexperiência que a vida vem se mostrar uma tranca da sabedoria, que se explicam pela incoerência que a vida vem nos impor, as ordens emanadas, e pelas deficiências e crueldades das Leis e normas que nós mesmos ajudamos a editar.
Fecha-se as mentes a fome se agiganta, a preguiça se explicita, a burrice humana se aflora, e quantas e quantas vezes muitos daqui vão embora, pela ditadura que nós mesmos ajudamos a construir.
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 19/06/2026