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LOUCURAS A DIZER IV
Um dia!
Uma história, um grito no escuro, e vamos nós eu e o outro eu que sou eu, uma forma complexa de ser, e do mesmo ainda não ser, torcedor da noite e da gandaia, dos amanheceres das noites embaladas, pelas doses de bebidas, pelas geladas e pelas quentes, pelas damas da noite, as damas de vermelho, as noites que se findam, o dia que começa, e o desabar das inobservâncias contidas nas obrigações deixadas para traz, a melhor lembrança, voltando para dormir e os imbecis indo trabalhar, e o sono nunca confortante, mas, por toda a certeza não incomoda, pois o que mais incomoda são os credores que gritam por pagamento, e eu e outros no sono confortante.
Nas companhias que se recorda da noite, a luz opaca, os corpos seminus ou nus mesmo, e por vezes sem o banho tomado, mas isso jamais observado, é o desdenhar da loucura, ou as formas prescritas de nada pensar e licito ou ilicitamente a vida segue..
Para o corpo cansado ou ainda embebedado nada se faze de harmonia, mas traz em si a alegria, dos aconchegos e dos prazeres vividos ou dramatizados, as brigas os desencontros, por mais um gole para mais uma discussão, banal e acidental um ou mais ferido pode estar, mas pouco importa, insistamos em prosseguir.
Os sons, ultima carta, volta do boêmio e tantas que embala a mente os corpos e os segundos eternizados e mostrados a todos nós como últimos.
Quando da volta ao lar o dobrar de joelhos, pedido de perdão, jamais isso acontecerá, mas a noite vem e pra la se vai
Pois os olhos da dama, o seios atormentam a mente e para lá vamos voltar
PROXIMO LOUCURAS A DIZER V
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 06/07/2026