
Cai ou destrói o muro que eu ergui a custo de tijolos por tijolos e de medo e rancor, era prisão de gradear ou não e/ou talvez, mas o vento da coragem soprasse forte desfez tudo.
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Detonaram ou tombaram cercas de vozes antigas que diziam que não pode ou não vai não para você, troquei então o silencio pelo já decidido e fez chão tremer.
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Ruídos ruíram distancias entre nós dois o orgulhos e magoas perderam sentido e razão onde havia trincheira estendeu a mão e a ponte nasceu e pode chamava perdão.
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Celebrando hoje aqueles escombros de chão, pois deles brotaram caminhos sem fim, não sendo fronteiras que nos prenda meu ser quando da barreira e tombos de terras.