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OCASIAO É OCACIONALMENTE.

Legislam de gabinete em flor, e muito longe do que se pode então ver, aquele que não dorme, fazem as leis para proteção a outros seres vivos e o pobre do ser humano a podridão da fome e da falta de modos de então viver...
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A fome então como companheira, o pão que assim se promete findo o período de angariação de votos nunca se fala nisso, o pobre do ser, é pão só da eleição, e dos abraços de quase paixão.
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Num pulsar do coração que se imagina fecha se o coração que nunca aberto foi, e vão para os palácios e mansões a custo do dinheiro do pobre, e adeus até próximos pleitos, dai criam multas, impostos taxas e demais, para sustentação.
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E os desgraçados que a tudo crê a fome o detonam, e ficam a mercê das crueldades, e desinteresses das canetadas das leis e Putarias digo portarias, decretos leis e companhia, que se o pobre quiser socorra a INJUSTIÇA.
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Nos discursos eloquentes se vê e vê o endinheira mento dos humanos aqueles do poder, os que votaram, miseráveis se ficam, e pior ainda brigam por aqueles, que jamais poderá ver até vencer os quatriênios...
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As leis protegem a floresta e fauna, mas ignora a quem tem fome e sede, protege ainda a terra, o minério as riquezas de todas as formas é dos governos, e dai se quiserem reivindicar a DEUS só aqui nessa dimensão nunca.
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 21/07/2026