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VINTE NOVE ANOS OITO MESES E DOIS DIAS.

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Do teu nome sempre reconheci, o mesmo jeito de tudo se ajeitar o cabelo, os óculos, as vestes simples e coordenadas, a graça, o sorriso, o olhar as vezes esquerdo, a paz que esta a transmitir, o sorriso a se esboçar.
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Uma quase constelação, na noite a deslumbrar, um pontinho de luz a se ascender coração e alma a se fundir, o céu como limite, um longo caminho de volta vinte nove anos oito meses e dois dias..
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Quando te vejo me tropeço no tempo, e no espaço, naquilo que o tempo parou, mas a mente continuou, e assim ao fundir o que se escreve o que se pensa, o retrovisor não apagou, as lembranças.,
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As lembranças do tempo, os poemas envoltos na aliança de noivado, o colar a ti doado, no ultimo que parecia adeus, mas agora pelo tempo negado, a toalha envolta, o grito por mim nunca esperado, e a grande visualização.
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O reencontro com a saudade, o reencontro de corpos que se acoplam e nestes encaixes tremer, e um jurar e algo de nunca se ter pensado, porém a vida e o tempo a nós apresentado.
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Vinte e nove anos, oito meses e dois dias pra descobrir que amor não tem prazo de validade. Tem espera, tem volta, tem agora. E o agora tem teu cheiro, teu riso, teu sim sem palavra nenhuma. Os sojieb sempre esperados.
elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 21/07/2026