
Dizermos então que o silêncio não tem cor, pois dele pouco notamos, mas a verdade que em nossos ideais! Ele o silêncio pode ser de tantas cores, como por nostalgia, ser uma beleza que irradia! O azul do céu nas tardes verdejantes, como exemplo.
Transformemos em telas vazias esse silêncio dai a virtude se enfeita e vem nos mostrar o brilho das rosas que a tantas mentes se vê e se enfeitam.
Pode quantas vezes presenciarmos silêncio dos velórios de onde não se vê quantas vezes palavras, e sim soluços de eminentes saudades.
Também assim o verde das florestas e planícies que q nossos olhos se enfeitam. Pode por vezes ser o tremor que temos da espera do se julgar pela justiça. Onde se assina embaixo é a conta dos insanos, o silêncio é neutro mas tem a cor que nossas mentes podem sim a ele imaginar;
É cúmplice. E sua cor é o pranto.