ELIO OLIVEIRA MEU PENSAR
SOU A INCOGNITA! A VERDADE E A VIDA
Capa Textos Áudios Fotos Perfil Livro de Visitas Contato
Textos

 - MINHAS MÃOS.

 

Minhas mãos! Jamais foram de eu de elas admirar, bonitas jamais, nunca foram, unhas nossa, vivem em guerras, nem sei se comigo é, porém se lascam, no canto corroído, ali fica uma cicatriz, no dedo indicar, não defino o lado, pois são os dois, acho que é do abrir de coisas, latas de conservas e ou. Sempre achei as como se fortes fossem, mas os obstáculos a venceu. O dorso não é liso, pois o tempo e as condições climáticas a elas impostas causam alterações. Um dia apanhei-me olhando as mãos de minha progenitora, já idosa, gritei no silêncio caramba estão as minhas ficando iguais.

Mãos que aplaudiram os gols do sporte club Corinthians paulista, as apresentações de Moacyr Franco e tantos outros, mãos que acariciaram crianças pequenas, mãos que limparam vômitos fezes de filhos e posterior netos.

Mãos que custaram a suportar o peso de 12 (doze) botões e rosas vermelhas a alguém especial  num dia 10 de dezembro ao entrega-las num Grupo Escolar Deiró Borges. Mãos que omitiram socorro, e quantos salvou de acidentes ou os socorreram.

Mãos que se tornaram ágeis ao digitar sonetos, poemas e cartas, mãos que fizeram empreendimentos pessoais e tantas atividades. Mãos que acariciaram, mãos que quantas vezes foi elevada ao Criador.

Mãos que não aquietam que buscam sempre movimentar.

Reflito quietas vão estar, quando dessa dimensão eu partir, mas meu espirito creio vai sempre delas lembrar e no seu movimentar.

E penso: no fim, a gente é só o que fez com as próprias mãos.

 

 

elio candido de oliveira
Enviado por elio candido de oliveira em 23/07/2026
Alterado em 23/07/2026
Comentários