Naquela rua, naquele pequeno portão que range, até mesmo
quando o vento nele passar, aquele cheiro de café a ser torrado,
o bolo de fubá sempre a ser lembrado. Aquele sofá de lado trocado,
para sermos vigiados.
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Por muitas coisas a cidade tive que deixar, e ir embora mas lá fiquei, tudo toca fundo no existir, tentei levar roupas, discos de vinil, mas este momento a mim não foi dado, a coragem assim exterminada.
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O coração cobra, fica descalço de ti, na forma mais nobre de não saber apagar a mensagem de mim, e de lá também vir, tudo então vem a desabar, o peso do tempo e alguém fica, mesmo contra vontade.
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Tardes sombrias contra aquelas longas, e jamais se buscaria fim, e na espera de que houvesse o termo de lá partido, “volta logo” se ouve eu não pude ele apreciar e muito mais ele ouvir.
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Parte e pensa quantas vezes a tudo vir a esquecer, foge dos princípios lógicos, ou de grandes realidades a de se viver a de se buscar, a de se entrever entre sorrisos e saudades, saudades e paz, fica assim!.