IPerdemos no espaço, neste mundo de véus que eu mesmo na imaginação fértil crio, pinto tudo de ouro ou de outras cores, o que é apensas o chão, chamo amor e desvio futuro e distração.
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Brilham mansas, por vezes pensa-se nas verdades ou as quais, prometem tudo, até ondas do mar, e vemos miragens, que diante de nós dançam, num espelhar de saudades de presenças de ausência.
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Veste-se de outras roupas umas miragens ai a ilusão tem seu senso e ensino que ao se desfazer, faz o olhar deixar de límpido mostrando o que se é sonho e o que e por diante realidades, qual mormente eu me despeço.