No retrovisor do pensar, daquilo que pude guardar algo na memoria sempre volta, e nem me conscientizo do ser, e deveria ter sabido ficar, vi o gostar e o amor ser destroçado, e mais que pior a mim e outra magoar.
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Nos olhos teus não puderam nem olhar, em relances e momentos antes os viu brilhar, e o sorriso não mais esboçar, insistindo em me acompanhar, e tudo sentir, em mim e lá eu tudo deixei, e culpar a quem dai sós se via gritos choros nunca solução.
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A porta deixou escancarada, faltou coragem de para lá dentro olhar, foi fraqueza, a lembrança veio e começou a matar, e dentro estavam nome, gestos, e o medo de tudo suportar, mas não pude deixar de me ir, tive que partir.
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O histórico é assim, não posso voltar teu nome a sempre explodir, e coração nunca mais voltar, e tudo daqui se foi, e o adeus não tem mesmo fim, e por isso, ficamos assim.