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E assim vou envelhecendo, e os dias reduzindo, mas meu imposto sendo sempre recolhido e para onde vai, sai do meu suor, do pão, das minhas lidas, viram frio, números perdidos nos cofres de um pais BRASIL que nunca cai,.
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Nas plaquinhas as vezes bem editadas, dizem assim vai para a escola, um! Como é mal pintada, seguida a alegação vai para a estrada um cheia de buracos com aumentos nas primeiras gotas de agua, as chuvas.
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Saúde sempre cantada e decantada como a lua que resiste a todos pântanos, mas nunca vem melhora, as promessas de palanque, desmoronam são quebradas, viagens em jato para todas as capitais, mas as destinações reais jamais.
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Dai vem por objetos reais e de belas intromissões, as licitações e tomada de preços, quantas vezes empresas já previamente direcionadas, superfaturadas em sigilos de ambas partes e participantes o eterno silêncio.