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E do alto bem do alto sem se notar vem o primeiro tributo, ai
em deslize e até parece ser queda e fria, mas, lisa e tão fluente
e corrente, cada nó, ou elo, muito e muito nunca coerente, e ao
vale dos pensares chega resoluto.
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É o rango, é o pão, é ferro, são por vezes aqueles sonhos não
coerentes, que nos fere ao sonhar, algo inédito ardente e
consistente, até espairece o lucro e este logo se converte
em angustias e apagar de consciências ai já mortas.
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Quando nos finais dos finais aquele que realmente contribui,
ou melhor, joga seu misero ganho é sempre esquecido, ficando
ele com as mãos calejadas, quantas vezes sustentando pesado
peso das faltas de tudo.
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Quem sustenta quem aparece no limiar de todas as arrecadações
são os menos favorecidos, pois em grande numero sempre se faz
maiores, os bolos tributários, que se soma, se sustentam por si
e por só, e eleva o pais.