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Um! Que chatice e falta de compostura, rotina e sepultura é manter de pé ou deixado, a mesma xicara, o mesmo horário, o relógio parado, a pressa extenuada, o silêncio diário a vida passada
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Nada mesmo se há de novo, a monotonia das coisas todas irrelevantes, cruéis e sem sentido algum, nada acontece, pessoa estabilizada, sensatez descomunal, falha quase medieval.
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Banalidades e faltas de coragem, um dia só no rio já se irritam, manso e descaracterizado, de repente convertido e manualmente transversal falta detalhes a se esconder, e até respirar.