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Única forma, sentença foge por vezes, pensar, é sepultura
, mantermos de pé ou até mesmo deitado, nada de novo
norte ou sul, vento ou ausência a xicara, o café, o relógio,
este que mastiga o segundo, tudo passa igual..
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Perco em mim nesse mundo, e de repente aquela velha
oração rezada pelo mundo inteiro, decoreba, sem fé
alguma ou motivos, vidas então arquivadas e dobradas
no caminho, ou nas estradas qual nunca passamos.
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Mas então na fresta do tédio, que teima um grão, uma
rachadura exposta no cimento como de costume, é
pouco é quase nada, mas o vão, ou é vão por onde escapa
o lume, quebra-se monotonia, ou o não fugir.
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Seres quem nada vê e nem acontece, escondem em si a
desimportãncia de coisas eventos, datas e tudo mais,
trocam o verbo sentir, por nada exprimir, chamas
banalidades que não se condizem com o movimentar.