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E ai! Perdi-me! Nesse Brasilizam onde estou? Perdi-me num pais a que tropeçando estou que finge que avançam, as plaquinhas diz “Progresso” Mas eu só vi e vejo um povo na fila esperando herança ou doação e caridade.
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Uma politica bem disfarçada, e atrapalhada uma linda e característica bagunçam generalizadas, onde um empurra e outro puxa todos não se entende de manha uma promessa e de noite uma verdadeira lambança.
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E quem paga a conta é o que menos tem e quem menos se ofende! Onde estou? Num pais que vamos ver se pode, ou vamos ver se dá! Onde o honesto é visto como trouxa e o espertalhão tratado como DOUTOR
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O orçamento some como passe de magica, ou são os mágicos a dirigir, e ainda reclamam de sofredores, os colarinhos ajustados, e dai por frente à imaginação do leitor que só tem valor real e especial como eleitor.
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Merendas escolares somem a imprensa nem divulga duelo que do ganhador ou perdedor, ai circo da vida é o armado o palhaço somos nós que pouco entende e melhor mesmo nunca procurar entender. Pior pode acontecer.
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Digo-me onde estou quero ir se não eu nem sei o que fazer rir ou chorar uma atitude tenho que tomar aplaudir a mim, e a todos por tanta sabedoria de viver num pais onde temos mais mesmo é que rir! Para a vida nunca construir.
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