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Reencontrar com o que as vezes preciso, eu me perdi numa noite ai sem luar, deixei de ser o medo, para se tornar meu guia e o medo do tempo, que sem pedir me fez eu parar.
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Não mora longe, eu as vezes percebo o sinto, depois quantas vezes da dor, essa que não falo, mas sinto e nas curvas onde o silêncio insiste este mesmo que um dia abandonei.
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Nem quero e nem preciso de um amanha em perfeição, de promessas vâs e um céu imaginário, quero meu simples respirar, e os pães, o passo e recomeço e algo inusitado.
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E que o mesmo venha, pode ser sem pressa, mas venha com algo de coragem, de instruções plenas e coragem, o nome por inteiro, me ensine essa nova linguagem.
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Por vezes penso que me perdi nesse caminho, que me espere no amanha, numa ou noutra esquina, mas venha não como juiz, mas como amigo, e pode até melhor uma voz de menina.
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E quando amanha eu puder lhe abraçar, este tão esperado, e saudades que vem doer no peito, eu entenda que nunca foi-se, estava em meu ser e bem guardado.